
Uma linha de roupas da Riachuelo gerou polêmica devido à semelhança com os uniformes usados nos campos de concentração nazistas. As peças lembravam o famoso “pijama” listrado de branco e azul imposto aos judeus daquela época, e foram prontamente retiradas das lojas e do site da empresa após a polêmica.
Uma crítica que ganhou destaque foi de Maria Eugênya, especialista em cultura material e consumo, que argumentou a importância de compreender a história e classificar o uso estético dessas referências como “puro cinismo”. Ela também enfatizou a necessidade de educação histórica, especialmente para os estilistas da Riachuelo.

Em resposta, a Riachuelo emitiu um pedido de desculpas, admitindo que a escolha do modelo e das cores foi um erro infeliz. A empresa enfatizou seu compromisso com o respeito a todas as pessoas e esclareceu que nunca teve a intenção de fazer qualquer alusão a um período histórico marcado pela transparência dos direitos humanos.
A empresa recebeu a sensibilidade do assunto e agradeceu aos consumidores por levantarem a questão, pedindo desculpas a todas as pessoas que se sentiram ofendidas pelo que o produto pudesse ter representado.
A empresa informou ainda, que está realizando a retirada total das peças, de suas lojas físicas e e-commerce.






