Desvios e operações PARE e SIGA podem existir ao longo do percurso e todo cuidado deve ser redobrado

Os usuários que trafegam pela SP-333, no trecho entre Borborema e Pongaí, devem ficar atentos às interferências no tráfego em razão das obras de duplicação em diversos pontos da rodovia. A Entrevias Concessionária de Rodovias, responsável pelo trecho, reforça a importância do respeito à sinalização e aos limites de velocidade para garantir a segurança de todos, incluindo motoristas, passageiros e trabalhadores envolvidos nos serviços.

Atualmente, existem várias frentes de trabalho ativas nesse trecho. Além dos serviços de duplicação da rodovia, está sendo construída uma nova ponte sobre o Rio Tietê, na altura do km 230, entre Novo Horizonte e Pongaí, considerada a maior do Estado de São Paulo com 2,4 quilômetros de extensão. Novos dispositivos de retorno também estão incluídos no cronograma de obras da SP-333.

Alguns pontos possuem desvios e operação PARE e SIGA em razão das obras. Para orientar os usuários e garantir a segurança e a fluidez do tráfego, diversos tipos de sinalização estão sendo utilizados.

“Os trechos estão devidamente sinalizados com placas de advertência indicando o que vem à frente, como por exemplo desvio ou cruzamento em nível, além de placas de regulamentação de velocidade e proibição de ultrapassagem em áreas de risco, homens-bandeira, painéis luminosos, conificação canalizadora, pinturas de solo, sonorizadores redutores de velocidade, radares e luzes amarelas nos dispositivos de canalização durante o período noturno”, afirma Paulo Novaes, analista de Segurança Viária da Entrevias.

Segundo Paulo, a sinalização é fundamental para garantir a segurança nas obras realizadas nas rodovias. De acordo com ele, existem diversos tipos de sinalização que são utilizados, cada um com uma função específica. Os mais comuns são:

Placas de advertência: informam aos motoristas que há obras à frente, mudanças no traçado da pista, redução de velocidade ou outras condições especiais.

Placas de regulamentação: indicam limites de velocidade temporários, proibição de ultrapassagem ou fechamento de faixas.

Placas informativas: fornecem detalhes sobre desvios, distâncias até o fim do trecho em obras ou serviços disponíveis.

Faixas de delimitação: marcadas no asfalto, indicam os limites das faixas de tráfego e ajudam a orientar os motoristas em desvios temporários.

Cones: usados para delimitar áreas de trabalho, desviar o tráfego ou reduzir faixas. São leves, fáceis de transportar e altamente visíveis.

Balizadores tipo T (pirulitos): indicam mudanças temporárias na pista, como desvios ou fechamento de faixas. São mais robustos que os cones e geralmente refletivos.

Barreiras: protegem os trabalhadores e impedem o acesso de veículos a áreas restritas. Podem ser de plástico, metal ou concreto.

Painéis de mensagens variáveis: dispositivos eletrônicos que exibem informações em tempo real, como alertas de obras, redução de velocidade ou fechamento de pistas.

Luzes intermitentes: alertam os motoristas sobre áreas de risco ou mudanças no tráfego, especialmente em obras noturnas.

Sinaleiras: controlam o fluxo de veículos em trechos onde há alternância de sentido único (controle de mão única).

Faixas refletivas: colocadas em barreiras ou cones para aumentar a visibilidade à noite ou em condições de baixa luminosidade.

Cavaletes: estruturas portáteis usadas para bloquear ou redirecionar o tráfego em situações emergenciais ou temporárias.

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